Por Patrícia Conceição / Evilásio Júnior
Como já era esperado, o presidente da Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização da Câmara Municipal de Salvador, Sandoval Guimarães (PMDB), recomendou a rejeição das contas do prefeito João Henrique (PP) de 2010. O colegiado seguiu o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que, por unanimidade, já tinha apontado irregularidades para recusar o exercício. Dos sete integrantes do colegiado, os vereadores Alfredo Mangueira (PMDB), Paulo Câmara (PSDB), Marta Rodrigues (PT) e Olívia Santana (PCdoB) acompanharam o voto do relator. Se não houver pedido de vistas pelos governistas Heber Santana (PSC) e Orlando Palhinha (PP), a matéria entrará na ordem do dia do Legislativo e ficará na fila da votação dos projetos – exceto se houver acordo entre as lideranças – antes de ser votada em plenário. Assim, para escapar de ficar inelegível por oito anos, o prefeito terá que contar com a benevolência de 28 vereadores. O voto será secreto.
Palhinha chega, sem pressa, no final da leitura do parecer
Vindo de um evento com o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, e o pré-candidato pepista à prefeitura de Salvador, João Leão, na Cidade Baixa, o vereador Orlando Palhinha (PP) foi o último integrante da Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização a chegar ao Centro de Cultura da Câmara. Sem muita pressa e aparentemente despreocupado com a leitura do parecer do presidente do colegiado, Sandoval Guimarães (PMDB), sobre as contas de 2010 do seu correligionário, o prefeito João Henrique, o edil ingressou no espaço por volta das 11h. Do lado de fora, os jornalistas começam a se movimentar, pois a explanação já estaria em sua fase final. Informações chegadas à imprensa dão conta ainda de que, na noite desta quarta-feira (21), a bancada peemedebista se reuniu no luxuoso Hotel Holiday Inn, no Centro de Convenções, para ajustar os últimos detalhes para unificar o discurso dos seus vereadores. Fonte - Bahia Noticias 22/03/2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
MUSICA VIBRAÇÕES - CD Sinais Sonoros
Vibrações - CLIK AQUI PARA OUVIR - Musica nova inédita de Luis Som do CD Sinais Sonoros
Privatização e Destruição das Ferrovias
Noticias Ferroviárias
'Goiânia necessita urgentemente de metrô ou VLT'
Noticias Ferroviárias
15/03/2012 - G1
Com o crescimento avançado da Região Metropolitana de Goiânia a qualidade do transporte público fica comprometida. Moradores de bairros distantes do centro da capital chegam a demorar cerca de duas horas no trajeto entre a residência e o trabalho. Segundo o doutor em engenharia de transporte, Benjamim Jorge Rodrigues dos Santos, somente com a implantação de novos projetos a situação pode mudar.
“Goiânia precisa urgentemente instalar sistema de transporte público de massa como metrô e VLT [veículo leve sobre trilhos]. Atualmente vemos que o Eixo-Anhanguera está no seu limite de capacidade de atendimento nos períodos de pico”, explica o especialista, que revela. “Os BRTs [sistema de corredores de ônibus rápidos] devem ter o limite máximo de espera a aproximadamente 8 mil passageiros por hora. Em Goiânia, os terminais chegam a ficar com 12 mil passageiros por hora”.
O professor Benjamim Jorge Rodrigues dos Santos afirma que o procedimento de implantação desses sistemas não são complicados quanto parece ser. “Para isso acontecer depende principalmente da boa vontade dos gestores públicos. Consequentemente, são feitas elaboração de projetos e estudos adequados ao município. E, dentro do cronograma, deve existir um plano de avaliação para curto, médio e longo prazo no sistema público de transporte. Isso equivale a 10, 15 e 20 anos”, conclui.
Reclamações
Enquanto as instalações do metrô ou VLT não acontecem na Região Metropolitana, os usuários do transporte coletivo reclamam do serviço. Eles afirmam que chegam atrasados aos compromissos por causa da ineficiência das linhas itinerárias. “Todos os dias eu chego pelo menos uma hora atrasa na aula”, relata a universitária Karine Brito, que trabalha no Centro e estuda na região Oeste da capital.
Além da demora, a população reclama da superlotação. A TV Anhanguera flagrou a aposentada Maria Francisca Cardoso, de 62 anos, tentando entrar em um ônibus, mas não conseguia por causa da falta de espaço no interior do veículo. “Não sei o que vou fazer. Meu esposo está me esperando em Aragoiânia, porém, não sei que horário vou chegar”, lamenta a idosa. Fonte - Revista Ferroviária 15/03/2012 Pregopontocom)
Viracopos vai ganhar terminal ferroviário
Noticias Ferroviárias
Envolvida no projeto de mais de 500 aeroportos pelo mundo, a holandesa Naco (sigla para Netherlands Airport Consultants) foi escolhida pelo consórcio Aeroportos Brasil para realizar o projeto de Viracopos, em Campinas (SP). O conceito geral do projeto ainda não foi definido pelas sócias ganhadoras da concessão do aeroporto (Triunfo, UTC e a operadora francesa Egis). No entanto, segundo o diretor de desenvolvimento de negócios da Naco, Ben Hasselman, algumas características já estão definidas, como a presença de um terminal ferroviário de passageiros dentro do aeroporto.
Segundo ele, o terminal pode ser o que atende o trem de alta velocidade - projeto do governo federal para ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Mas também pode ser um trem tradicional, diz ele, como o projetado pelo governo do Estado de São Paulo. Hasselman diz que o projeto pode ter grande sucesso, visto que, em Amsterdã (em aeroporto semelhante ao de Viracopos, segundo ele), 40% dos passageiros do avião usam o trem-bala que tem uma estação no aeroporto. "Não sabemos quem vai arcar com os custos [do terminal]. Pode ser apenas o consórcio, ou ele em parceria com a administradora do trem".
Também estão previstos no projeto pelo menos um centro de convenções e três hotéis, sendo um deles junto ao aeroporto e outros dois mais afastados. "Ainda é cedo para falar no tamanho de cada um e qual o modelo de gerenciamento, se será próprio ou de outras empresas", afirma. Ele ainda diz que o projeto de Viracopos é "praticamente" um green field (projeto construído do zero), por seu potencial de expansão de 7,5 milhões de passageiros ao ano para 80 milhões e não é dos mais sofisticados do portfólio da companhia.
"Será um aeroporto modesto, parecido com o desenvolvido em Amsterdã para a Schiphol [administradora do aeroporto holandês]", diz ele, que enumera como mais complexos terminais desenvolvidos em Pequim e Abu Dhabi. "Nesse caso, foram projetos contratados pelo governo, aí é sempre uma coisa vultuosa. As empresas costumam ser mais modestas".Fonte - Revista Ferroviária 15/03/2012
Autoritarismo do Ecad e direito autoral
Por Felipe Bianchi, no sítio do Centro de Estudos Barão de Itararé:
O episódio protagonizado pelo Ecad na última semana, que cobrou de blogs por publicarem em suas páginas vídeos hospedados no YouTube, gerou muitas críticas e protestos na rede. Ciberativistas, advogados e até o Google repudiaram a atitude do órgão. A polêmica começou quando o blog Caligrafitti postou, no dia 2 de março, que havia sido cobrado pelos vídeos embutidos no sítio, mesmo sendo um veículo sem fins lucrativos. O Ecad cobrou o blog em R$ 352,59 mensais, número resultante de um cálculo sobre a audiência da página – 1500 visitas diárias, em média.
O Google, que já paga ao Ecad um valor anual próximo dos 2,5% do faturamento total do YouTube, afirmou, em comunicado, que o “ato de inserir vídeos não pode ser tratado como retransmissão” e que “o entendimento sobre o conceito de ‘exeçução pública na Internet’ levanta sérias preocupações”, já que a atitude abre precedentes para uma interpretação arbitrária da questão dos direitos autorais. Em resposta, o Ecad disse que as cobranças foram um “erro de interpretação operacional”, mas não esclareceu o que acontecerá. A assessoria do órgão informou estar “reavaliando a prática”.
Segundo Sérgio Amadeu, representante da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet (CGI) e membro do Conselho Consultivo do Barão de Itararé, o que traz valor para o vídeo é a sua audiência e os blogueiros trazem audiências signifactivas. Por isso, na sua avaliação, “os blogueiros é que deveriam receber por divulgar a produção cultural que já está na rede”. Como exemplo, Amadeu cita o caso do grupo inglês de comediantes Monty Python, que “aumentou em 23.000% a venda de seus produtos depois que os liberou em seu canal no YouTube, em alta resolução. A lógica da rede é outra”.
A lógica do compartilhamento
Ainda de acordo com o Google, a atitude do Ecad pode “inibir a criatividade e limitar a inovação, além de ameaçar o valioso princípio da liberdade de expressão”. A posição, coerente com o contexto trazido pelas novas tecnologias na era da Internet, evidencia o que a indústria do direito autoral parece negar a todo custo (vide iniciativas como Sopa, Pipa e Acta): as formas de distribuir e consumir bens culturais mudaram, e foram substituídas pela lógica do “compartilhamento”.
Para Amadeu, o compartilhamento de arquivos digitais promove a diversidade cultural e abre espaço para grupos e artistas que estão fora do esquema das gravadoras, assegurando uma comunicação direta entre o artista e o público e arejando o negócio da música. Sobre a lei de direito autoral, ele opina que é anacrônica e precisa ser alterada. “A tecnologia mudou. Na rede, o que gera mais valor é o relacionamento e não a propriedade, que se baseia no bloqueio de acesso aos bens culturais. No mundo das redes, compartilhar e colaborar pode ser muito mais importante e eficiente do que simplesmente controlar e competir”, diz.
Por mais paradoxal que pareça, até Edgar Berger, diretor executivo de negócios internacionais da Sony Music, reconhece esta mudança. Mesmo com a postura conservadora da Sony, ele afirmou nesta semana, em entrevista ao periódico alemão Welt Online, que “a empresa está perdendo milhões por censurar vídeos do YouTube”. Para o executivo, “a Internet é uma benção para a indústria da música” e “traz tremendas oportunidades de negócio”.
O Ecad vai na contramão dessa lógica. Não bastasse o valor pago pelo Google para que os vídeos sejam postados no YouTube, eles resolvem taxar também os blogueiros que utilizam esse material, já pago. E vale citar, a título de registro, todas as conhecidas acusações de corrupção feitas por compositores que nunca viram a cor do dinheiro arrecadado pelo órgão (que é privado, diga-se de passagem).
Para piorar, o site Farofafá publicou, nesta segunda-feira (13), matéria com documentos evidenciando uma “sintonia siamesa” do Ecad com o "Ministério da Cultura, chefiado por Ana de Hollanda". Segundo Jotabê Medeiros, que assina a matéria, “a defesa que o governo federal [nota: no caso, o MinC] faz do Ecad perante o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) poderia ser denunciada, segundo alguns advogados especializados, como um caso de ‘advocacia administrativa’ – quando funcionário público patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública”.
Internet Livre, Cultura Livre
O momento é crítico para os que desejam Internet e cultura livres. Enquanto o Ecad desempenha um papel lamentável no mercado musical brasileiro, a cultura digital é atacada por projetos de lei autoritários e conservadores. Sérgio Amadeu, no entanto, se mostra otimista: “A cultura digital avançará, pois ela representa o espírito de nosso tempo. A indústria do direito autoral irá bolar diversos modos de tentar impedir o avanço das redes e se tornará cada vez mais autoritária, buscando impor a censura na rede”. Para o sociólogo, “eles pretendem manter um status de controlador da criatividade, o que já não é mais possível”.
Sobre o Ecad, Sérgio Amadeu é categórico: “nesse último episódio, o órgão apenas mostrou mais um pouco de sua face obscura. O que fica cada vez mais claro é que o Ecad é uma burocracia que vive em função dela mesma e justifica seus rendimentos afirmando que defende o direito do autor”.
Postado por Miro. Fonte - Blog do Miro 15/03/2012
O episódio protagonizado pelo Ecad na última semana, que cobrou de blogs por publicarem em suas páginas vídeos hospedados no YouTube, gerou muitas críticas e protestos na rede. Ciberativistas, advogados e até o Google repudiaram a atitude do órgão. A polêmica começou quando o blog Caligrafitti postou, no dia 2 de março, que havia sido cobrado pelos vídeos embutidos no sítio, mesmo sendo um veículo sem fins lucrativos. O Ecad cobrou o blog em R$ 352,59 mensais, número resultante de um cálculo sobre a audiência da página – 1500 visitas diárias, em média.
O Google, que já paga ao Ecad um valor anual próximo dos 2,5% do faturamento total do YouTube, afirmou, em comunicado, que o “ato de inserir vídeos não pode ser tratado como retransmissão” e que “o entendimento sobre o conceito de ‘exeçução pública na Internet’ levanta sérias preocupações”, já que a atitude abre precedentes para uma interpretação arbitrária da questão dos direitos autorais. Em resposta, o Ecad disse que as cobranças foram um “erro de interpretação operacional”, mas não esclareceu o que acontecerá. A assessoria do órgão informou estar “reavaliando a prática”.
Segundo Sérgio Amadeu, representante da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet (CGI) e membro do Conselho Consultivo do Barão de Itararé, o que traz valor para o vídeo é a sua audiência e os blogueiros trazem audiências signifactivas. Por isso, na sua avaliação, “os blogueiros é que deveriam receber por divulgar a produção cultural que já está na rede”. Como exemplo, Amadeu cita o caso do grupo inglês de comediantes Monty Python, que “aumentou em 23.000% a venda de seus produtos depois que os liberou em seu canal no YouTube, em alta resolução. A lógica da rede é outra”.
A lógica do compartilhamento
Ainda de acordo com o Google, a atitude do Ecad pode “inibir a criatividade e limitar a inovação, além de ameaçar o valioso princípio da liberdade de expressão”. A posição, coerente com o contexto trazido pelas novas tecnologias na era da Internet, evidencia o que a indústria do direito autoral parece negar a todo custo (vide iniciativas como Sopa, Pipa e Acta): as formas de distribuir e consumir bens culturais mudaram, e foram substituídas pela lógica do “compartilhamento”.
Para Amadeu, o compartilhamento de arquivos digitais promove a diversidade cultural e abre espaço para grupos e artistas que estão fora do esquema das gravadoras, assegurando uma comunicação direta entre o artista e o público e arejando o negócio da música. Sobre a lei de direito autoral, ele opina que é anacrônica e precisa ser alterada. “A tecnologia mudou. Na rede, o que gera mais valor é o relacionamento e não a propriedade, que se baseia no bloqueio de acesso aos bens culturais. No mundo das redes, compartilhar e colaborar pode ser muito mais importante e eficiente do que simplesmente controlar e competir”, diz.
Por mais paradoxal que pareça, até Edgar Berger, diretor executivo de negócios internacionais da Sony Music, reconhece esta mudança. Mesmo com a postura conservadora da Sony, ele afirmou nesta semana, em entrevista ao periódico alemão Welt Online, que “a empresa está perdendo milhões por censurar vídeos do YouTube”. Para o executivo, “a Internet é uma benção para a indústria da música” e “traz tremendas oportunidades de negócio”.
O Ecad vai na contramão dessa lógica. Não bastasse o valor pago pelo Google para que os vídeos sejam postados no YouTube, eles resolvem taxar também os blogueiros que utilizam esse material, já pago. E vale citar, a título de registro, todas as conhecidas acusações de corrupção feitas por compositores que nunca viram a cor do dinheiro arrecadado pelo órgão (que é privado, diga-se de passagem).
Para piorar, o site Farofafá publicou, nesta segunda-feira (13), matéria com documentos evidenciando uma “sintonia siamesa” do Ecad com o "Ministério da Cultura, chefiado por Ana de Hollanda". Segundo Jotabê Medeiros, que assina a matéria, “a defesa que o governo federal [nota: no caso, o MinC] faz do Ecad perante o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) poderia ser denunciada, segundo alguns advogados especializados, como um caso de ‘advocacia administrativa’ – quando funcionário público patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública”.
Internet Livre, Cultura Livre
O momento é crítico para os que desejam Internet e cultura livres. Enquanto o Ecad desempenha um papel lamentável no mercado musical brasileiro, a cultura digital é atacada por projetos de lei autoritários e conservadores. Sérgio Amadeu, no entanto, se mostra otimista: “A cultura digital avançará, pois ela representa o espírito de nosso tempo. A indústria do direito autoral irá bolar diversos modos de tentar impedir o avanço das redes e se tornará cada vez mais autoritária, buscando impor a censura na rede”. Para o sociólogo, “eles pretendem manter um status de controlador da criatividade, o que já não é mais possível”.
Sobre o Ecad, Sérgio Amadeu é categórico: “nesse último episódio, o órgão apenas mostrou mais um pouco de sua face obscura. O que fica cada vez mais claro é que o Ecad é uma burocracia que vive em função dela mesma e justifica seus rendimentos afirmando que defende o direito do autor”.
Postado por Miro. Fonte - Blog do Miro 15/03/2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Após pedido de prisão de JH, prefeitura paralisa obras em praça - Notas & Noticias
A prefeitura de Salvador pediu a paralisação da construção da praça na orla do Bonfim, na Cidade Baixa, nesta terça-feira (13). A decisão foi tomada após o advogado da fábrica de chocolates Barreto de Araújo, proprietária do local, entrar com uma petição que pede a prisão do prefeito João Henrique Carneiro (PP), por desobediência jurídica. “Até o momento nem a Procuradoria Geral do Município nem o prefeito João Henrique foram notificados formalmente sobre a decisão judicial referente à paralisação das obras da praça que a Prefeitura do Salvador está construindo em terreno onde ficavam as ruínas da antiga fábrica da Barreto de Araújo”, afirmou a Secretaria Municipal de Comunicação, em nota divulgada na noite desta terça. Segundo o comunicado, “quando isso ocorrer, as medidas cabíveis serão tomadas”. “Porém, foi determinado à Desal [Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador] que os trabalhos de urbanização da área sejam paralisados”, finaliza o informativo. Fonte - Bahia Noticias 13/03/2012
Assinar:
Postagens (Atom)
